terça-feira, 21 de julho de 2009
Visões
Visões turvas são minhas companheiras... sem elas seria mais difícil. O embaçado e difuso não pede explicação, não é - pode ser. Não tem cronologia nem quer consequencia... Não sabe. Tenta, mas pode não dar certo; não quer garantia, quer tentar. Ah! se fosse tudo claro e limpo! Nada faria. Visão nítida quer garantia. Ela é! sem dúvida e com certeza. Eu? Ficaria parada. Não acredito em garantias!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Como não se apaixonar
Encontrei esse texto enquanto passeava pelo meu pc... lá no meio dos meus arquivos codificados estava ele, o textinho, todo encabrunhado,reli e achei bunitinho. Hj tô sem apaixonar há meses, mas vá, todo mundo se apaixona... uma hora ou outra...
Como não se apaixonar (?)
Como não se apaixonar (?)
Uma vez um amigo me disse q se apaixonar era difícil, que não acontecia desde a adolescência; pensei: - q diabos, será que eu sou mais boba q o resto? – Eu, respondi a ele, ao contrario, vivo me apaixonando. Sinceramente acho a vida meio sem sal quando não me apaixono... Tá, existem várias paixões, às vezes me apaixono por um cãozinho, por uma atividade ou por um livro, uma série de TV, um filme etc, mas não e desse tipo de paixão q estou falando não. Tô falando da paixão entre dois seres humanos.
Problema, my friend, é que comigo raramente são paixões correspondidas. Assim, claro que não me apaixono por pessoas que só vi em fotos – apesar de já ter acontecido umas duas vezes (brincadeirinha) – são pessoas q passam na sua vida de um jeito ou de outro (ou outros e mais outros) e vc acaba se apegando, sabe como?
Igual àquele cachorrinho do vizinho q vc adorava, mas num podia levar pra casa, daí vc fica amigo do vizinho mala só por causa do cachorro, até q o vizinho percebe e te proíbe de ver o cachorro e, aí sim, vem a choradeira... Você jura q o cachorrinho gosta mais de vc q do dono, q você iria cuidar melhor dele, q ele merece muiiiiiiiiiiito mais e q num adianta sua mãe vir com outro filhote pra vc porque vc só ama Lulu do vizinho... daí sua mãe chega com Toto, um filhotinho lindo e te mostra, ‘olha o Toto, é seu’...ele abana o rabo e pronto! Acabou o vizinho. Toto é muuuuuuuuiiiiiiiiitttttttttoooooooo mais bunitinho, mais inteligente, mais esperto e, claro, mais cachorro q o do vizinho. Fim da paixão proibida. Seus dias ficam lindos, principalmente quando o vizinho mala te vê com o cachorro novo. Eita vida boa!!! (Agora eu pulo a parte em q o Toto macho resolve “brincar” com a lulu fêmea e vc fica puto da vida).
Bom, fato é q paixões são uma grande droga. Dessas q viciam mesmo, num usei sentido figurado nenhum. Vc fica viciado em apaixonar. Quando uma coisa num rola, vc fica aí andando pra lá e pra cá, fica com um, sai com outro, pensa se sairia com outro, enrola uns dois por telefone, arruma uma paquera na internet , mas nada te satisfaz. Eis q um dia, um moreno sarado, cheio de charme aparece na festa e te dá aquele cata (pula a parte de como chegamos a isso, não quero citar álcool ou outros entorpecentes aqui) e vc já acha q seu anjo da guarda mandou o bonitão por encomenda. Daí já pensa se seus pais vão gostar dele, quantos filhos vão ter e tal. Fim da noite, duas opções, o bonitão - educado e charmoso – pede seu telefone ou (agora vc fica tensa, né?) o bonitão – misterioso e sexy – não pega seu telefone. Sabe o q acontece? No ultimo caso, vc enlouquece e manda sua lente de contato na fogueira (não sei de onde tirei isso), ou, no primeiro, espera toda feliz – e provavelmente bêbada – q ele ligue no dia seguinte. É... talvez ele se faça de difícil um dia, ou dois, talvez só ligue na sexta. Ou no sábado, ou no domingo, ou nunca mais... Acredite, eu já passei por isso uma vez (só uma, juro). Começou a roleta russa... Mais uns dois quarteirões de morenos e loiros e vc ainda pensa só no bonitão da festa. É adrenalina, dear, nada q a ciência não explique – vc viciou. Depois vêm uns dias de síndrome de abstinência, mas quem já passou por isso uma vez sabe muito bem q passa, às vezes demora, mas passa.
Depois de muuuuuuuito pensar, cheguei à conclusão de que não tem mesmo jeito, a gente não vai conseguir não se apaixonar, é do DNA humano querer criar laços, ser mais q o encontro da noite, q a transa de sexta. Normal, acontece e a gente vai crescendo e aprendendo e vendo o q dá certo ou não.
Foda é a sensação de: - idiota, tava na cara q num ia dar certo, pq insistir?! – mas tbem é parte. Não adianta se culpar, somos todos meio bobos qdo apaixonamos e pra melhorar não tem outra solução: já q mamãe num vai trazer, dear, vai buscar um Toto pra vc, vai!!!
fellows
Q coisa mais incrível os amigos podem fazer com a gente, né? Um telefonema, um email, um post no orkut e um desanimo de ir à festa vira fireworks pra ir logo! Sabe, quando vc tá meio sem grana, meio sem graça, meio sem coragem, daí liga um, liga outro, recebe email de mais outro, quatro posts de outro, daí vc liga pra uma amiga, liga pra outra, conversa, e descobre q TODO MUNDO vai? Q coisa gostosa!!! Pertencer é INPRESCINDÍVEL!!!
Mesmo seja tudo igual no final...
Mesmo seja tudo igual no final...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Em dias de guerra
Guerra com o cabelo -que hora enche e hora mingua;
Guerra com a balança - que insiste em ficar acima, muito acima ds desejados 58;
Guerra com a academia - que me quer e eu não quero;
Guerra com a casa - que insiste em ter vida propria;
Guerra com as cadelinhas de mi vida - que precisam de banho e tosa e é mesmo uma luta;
Guerra com o espelho - que não quer mais m agradar;
Guerra comigo mesma - que me tranquei e não consigo abrir...
Guerra com o alcóol - que me quer e eu o quero, mas a relação é tóxica;
Guerra com a solidão - que me assola e eu disfarço;
Guerra com a multidão - que me engole eu danço;
Guerra com o frio - que me mata, mas disfarça as godurinhas;
Guerra com as palavras - que stou tentando conter, mas me saem sem querer;
Guerra com a minha natureza - que me assusta por ser mesmo animal e incontrolável;
Guerra com minha chatisse - intrínseca e inegável.
Guerra com a genética - que nem sempre favorece;
Guerra com o bolso - sem comentários em tempos de crise;
Guerra com trabalho - hora muito, hora pouco;
Guerra com o sono - muitas vezes leve e turbulento;
Guerra como cansaço - tem que continuar...
Guerra com o marasmo - pouco acontece comigo, só aplaudo ou choro...
E estes são tempos de paz...
A vida é mesmo de lutas - as que escolhemos (Agora vou guerrear só com a balança... o resto espera, ou se resolve sozinho...)
Guerra com a balança - que insiste em ficar acima, muito acima ds desejados 58;
Guerra com a academia - que me quer e eu não quero;
Guerra com a casa - que insiste em ter vida propria;
Guerra com as cadelinhas de mi vida - que precisam de banho e tosa e é mesmo uma luta;
Guerra com o espelho - que não quer mais m agradar;
Guerra comigo mesma - que me tranquei e não consigo abrir...
Guerra com o alcóol - que me quer e eu o quero, mas a relação é tóxica;
Guerra com a solidão - que me assola e eu disfarço;
Guerra com a multidão - que me engole eu danço;
Guerra com o frio - que me mata, mas disfarça as godurinhas;
Guerra com as palavras - que stou tentando conter, mas me saem sem querer;
Guerra com a minha natureza - que me assusta por ser mesmo animal e incontrolável;
Guerra com minha chatisse - intrínseca e inegável.
Guerra com a genética - que nem sempre favorece;
Guerra com o bolso - sem comentários em tempos de crise;
Guerra com trabalho - hora muito, hora pouco;
Guerra com o sono - muitas vezes leve e turbulento;
Guerra como cansaço - tem que continuar...
Guerra com o marasmo - pouco acontece comigo, só aplaudo ou choro...
E estes são tempos de paz...
A vida é mesmo de lutas - as que escolhemos (Agora vou guerrear só com a balança... o resto espera, ou se resolve sozinho...)
terça-feira, 7 de julho de 2009
Finais de temporada...
Estava meio "down" ontem, meio cansada, meio sem graça e a TV me pgou de jeito. Sempre me conforto na TV, ou num filme... num mundo q não é meu de verdade, mas acaba sendo por "usucapião". Enfim, estava passando um especial de duas horado final da temporaa atual de Grey's Anathomy... Não estava acompanhando muito, mas queria saber se a Izzy ira se recuperar do cancer. Enfim, fiquei assistindo e os episódios foram cativantes. Chocantes até. No ultimo episodio os medicos ficaram às voltas com um desconhecido que havia sido atropelado por um ônibus ao salvar a vida de uma moça. Todo deformado e sem condições de falar o bendito paciente tentava se comunicar. Quando enfim, e quase morto, ele consegue se comunicar, descobrimos que é um dos personagens principais da trama, o George, que todos acreditavam estar em um cirurgia. Parada cardíaca - nele, na Izzy e em mim, que adoro o personagem que deve sair da trama, até pq se ele sobreviver não tem mais nem como trabahar - o estrago foi feio... (desculpem estagar a festa para quem ainda não viu esse episódio!). Meia noite e eu aos prantos, bato na porta do quarto do meu irmão queestava dormindo: -Ló, o O´malley e a Izzie morreram! Os dois! (aos prantos).
ele - 'Vem cá, minha irmã', tô te achando meio triste esses dias... Chora mesmo. Sabe, Cê tá precisando descansar (me abraçando, deitados na cama dele)... Mas, aqui, morreram o dois? q paia!'
Volto pra minha cama e durmo. Sem pesadelo.
ele - 'Vem cá, minha irmã', tô te achando meio triste esses dias... Chora mesmo. Sabe, Cê tá precisando descansar (me abraçando, deitados na cama dele)... Mas, aqui, morreram o dois? q paia!'
Volto pra minha cama e durmo. Sem pesadelo.
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